Site Loader

No primeiro semestre do ano, as fusões e aquisições no país movimentaram 58,6 bilhões de reais e envolveram 44 operações, segundo relatório da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).

Segundo a Akurat Consultotia Empresarial a maior operação do período foi a fusão entre a ALL e a Rumo Logística, movimentando mais de 13,5 bilhões de reais. Dentre os maiores negócios do semestre estão.

1. Fusão entre ALL e Rumo Logística
Em fevereiro deste ano, a Rumo Logística, que pertence ao grupo Cosan, incorporou a totalidade das ações da América Latina Logística (ALL).
A operação foi de 13,5 bilhões de reais. A operação figura como a maior do primeiro semestre no país.

2. J&F comprou 100% da FB Participações
No final de maio, a J&F Investimentos, holding da família Batista, comprou 100% da FB Participações, que pertencia ao Bertin.
A FB Participações era acionista majoritário da JBS, com 43,97% da operação. A aquisição foi fechada por 11,4 bilhões de reais


3. Fusão entre Itaú Chile e Corp Group
Em janeiro, o Itaú Unibanco anunciou a fusão de suas operações no Chile com a o grupo Corp Group.
O negócio deu origem ao Itaú CorpBanca e movimentou 5,3 bilhões de reais.


4. Joint venture entre Noble Group e Cofco
Em abril, a Cofco, maior trading de grãos da China, fechou acordo por uma fatia majoritária no Noble Group.
As duas empresas formaram uma joint venture, na qual a Cofco ficou com uma participação de 51% na operação.


5. BR Properties vende galpões à LPP
BR Properties vendeu de 34 ativos imobiliários de galpões industriais e de logística de propriedade da companhia para LPP Empreendimentos e Participações, sociedade do grupo Global Logistic Properties Limited (GLP).
A operação foi fechada por 3,1 bilhões de reais.


6. Tiger Global compra parte da B2W
No início do ano, a Tiger Global comprou participação societária indireta na B2W, dona do Submarino e Americanas.com, equivalente a 7,2% do capital social da companhia.
Segundo os dados da operação, os aportes serão implementados por meio de subscrição de ações em aumento de capital privado, envolvendo um montante total de 2,3 bilhões de reais.


7. GP Investments vende BR Towers
A GP Investments vendeu a BR Towers, empresa de infraestrutura de rede de telecomunicações sem fio, para a American Tower Corporation.
A transação envolve 100% das ações da BR Towers e foi fechada por 2,1 bilhões de reais.


8. CPFL e Desa
Em fevereiro, a CPFL Renováveis anunciou a incorporação da Desa, empresa independente de energia renovável. A operação foi avaliada em 1,6 bilhão de reais.
Com a operação a CPFL Renováveis incorporará o WF2, que será detentor da totalidade das ações de emissão da Desa, tornado a CPFL Renováveis a controladora da Desa.


9. Michelin compra Sascar
A GP Investments vendeu a totalidade das ações que detém na Sascar Participações para o Grupo Michelin.
A empresa detinha 46% de participação na Sascar. O negócio foi fechado por 1,6 bilhão de reais.


10. Enersis compra Coelce
Em fevereiro, A Coelce, Companhia Energética do Ceará, ganhou uma nova dona. A Enersis, braço de investimento latino-americano da empresa espanhola Endesa, elevou sua participação na empresa para 74%.
A operação movimentou 1,5 bilhão de reais.

Post Author: Akurat

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *