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A Linx, empresa de software de gestão para o varejo, fechou o ano com uma receita bruta de R$ 569,2 milhões, uma alta de 12% frente aos resultados do ano anterior. 
Já o EBITDA ajustado do ano foi de R$ 126,5 milhões, o que conrrespondeu a uma alta de 5,7% sobre 2015.
Em sua divulgação de resultados, a Linx frisou a continuidade do crescimento da empresa frente à estagnação do varejo nacional. Mas também é verdade que a companhia está em desaceleração.
No ano passado, o aumento da receita havia sido de 22%. O último trimestre de 2016 viu um crescimento de 8,4%, para R$ 150,6 milhões. O lucro no período, por outro lado, ficou em R$ 21,1 milhões no período, 42,5% acima do mesmo período do ano anterior.
“Relembramos que apesar da recente recuperação nos indicadores de confiança de consumidores e empresas, a performance da economia real e do varejo ainda seguiu fraca no trimestre. Sendo assim, a maior parte do crescimento continua sustentada pelo cross-selling e o lançamento de novas soluções”, destaca Dennis Herszkowicz, vice-presidente Financeiro e de RI da Linx. 
Herszkowicz destaca que o modelo de venda de software por assinatura mensal, com receitas recorrentes, garante “previsibilidade e rentabilidade ao nosso resultado”.
Durante o ano, a empresa fez um movimentação importante com uma emissão adicional de ações que incrementou seu capital social em R$ 118,560 milhões.
As novas ações respondem por cerca de um quarto do capital total, de R$ 476 milhões. 
A companhia falou também em “oportunidades crescentes de expansão do negócio” nas áreas de food service, farmácias e postos de combustíveis.
A Linx, que nasceu focada no varejo de roupas, está bem posicionada para aproveitar essas oportunidades como resultado de uma grande campanha de aquisições: foram nada menos que 19 desde 2008, em ramos tão diferentes como lojas, farmácias e postos de gasolina. 
Por Maurício Renner

Post Author: Akurat

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