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Se depender da Restoque, a Dudalina em breve deixará de existir como empresa, restando apenas a marca.

A companhia está promovendo uma reestruturação societária e contratou uma consultoria do Rio de Janeiro para levantar o patrimônio líquido contábil da fabricante de camisas – a análise apurou um valor de R$ 156,7 milhões.

O objetivo é incorporar em definitivo a Dudalina, absorvendo todos os seus bens, direitos e obrigações. A discussão será levada à assembleia no dia 21 deste mês.

A Restoque já é dona de 100% do capital social da Dudalina após ter comprado a empresa em 2014. O objetivo da incorporação, segundo proposta apresentada pela companhia, é buscar “a unificação e centralização das atividades da Dudalina e da Restoque de forma a racionalizar operações, otimizar a administração e minimizar despesas mediante economia de escala”.

Ainda conforme a Restoque, este movimento “revela-se conveniente levando-se em consideração os custos sempre crescentes de se manter duas estruturas societárias distintas e potencial eficiência fiscal decorrente da unificação das empresas”.

Os custos com a incorporação estão estimados em R$ 500 mil, incluídas as despesas com publicações, auditores, avaliadores, advogados e demais profissionais contratados para assessoria na operação.

A Restoque, via assessoria de imprensa, informou que não iria se manifestar sobre o assunto.

Publicado em: http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/de-ponto-a-ponto/noticia/2017/12/pedro-machado-dudalina-deve-deixar-de-existir-como-empresa-10060230.html

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Post Author: Akurat

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