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Na época em que decidiu por construir o seu datacenter nas ”nuvens”, o Facebook pesquisou minuciosamente a escolha da cidade para a instalar os equipamentos. A escolhida foi Prineville, no Oregon, EUA. As informações sobre a construção puderam ser acompanhadas por meio do Open Compute Project (http://opencompute.org). Segundo os estudos do Facebook, a cidade de ar limpo, baixa umidade relativa do ar e pouca chuva era o cenário ideal.


Porém, nem tudo saiu como o planejado. O sistema de refrigeração, que aproveita o ar natural e que passa por um processo de purificação e, se necessário, recebe umidificação para chegar aos servidores em condições ideais de temperatura, teve um problema em 2011. 

A falha gerou umidade excessiva, gerando gotículas de água que caíram sobre os equipamentos dentro do datacenter do Facebook.


Os servidores de computação aberta que são implantados dentro do centro de dados reagiram a essas mudanças extremas. Inúmeros servidores foram reiniciados e alguns foram automaticamente desligados devido a uma falha da fonte de alimentação.

Jay Parikh, vice-presidente de engenharia do Facebook, disse que recebeu uma ligação avisando sobre o problema:

“Eu recebi um telefonema:” Jay, há uma nuvem no centro de dados ‘”, diz Parikh. “‘O que você quer dizer, lá fora?’. ‘Não, dentro'”.

Houve pânico.

“Estava chovendo no datacenter”, explica ele.


Segundo ele, o Facebook aprendeu com os erros, e agora projeta seus servidores com um selo em torno de sua fonte de alimentação, ou como Parikh chama “, uma capa de chuva de borracha.”


A empresa também melhorou o seu sistema de gestão do edifício para se certificar de que o erro não volte a ocorrer. Atualmente, os datacenters do Facebook são alguns dos mais eficientes na indústria de dados nas nuvens (cloud).


As informações são do site The Register


Post Author: Akurat

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