Site Loader


Publicado em 25 de Maio de 2016 às 12h34

Publicado por: Déborah Oliveira

Sob o comando de Ricardo Saltini, empresa de serviços de TI passa a mirar verticais de negócios e fortalece relacionamento com o cliente

CGI muda forma de atuar e colhe resultados satisfatórios

O ano de 2015 foi de mudanças na CGI, empresa de serviços de TI. A começar pela gestão da companhia que passou a contar com Ricardo Saltini na presidência. Depois de cinco anos como diretor de clientes, o executivo migrou para a principal cadeira da organização no Brasil. A partir de então foi aplicada uma série de alterações no modo como a companhia operava com o objetivo de ampliar os negócios em solo nacional.
“Tínhamos uma estrutura muito voltada a linha de serviços, projetos, gerenciamento de aplicações e infraestrutura. Isso não refletia mais a necessidade dos clientes. Passamos, assim, a atuar por vertical de negócios”, explicou o executivo em entrevista ao IT Forum 365.
A ideia, segundo ele, além de trazer o modelo global para o País, era entender melhor as necessidades e particularidades de cada cliente, garantindo mais assertividade no relacionamento. “Essa reestruturação também redefiniu a forma de abordar os clientes. Agora, nossos executivos estão mais presentes para oferecer soluções e não só serviços”, observa.
Em linha com essa alteração, a CGI iniciou ainda um processo de atualização das ofertas, incluindo serviços em cloud, por exemplo, atuais queridinhos das empresas. “Nossa abordagem é olhar o cliente e a tecnologia suportando-o. Não adianta falar em nuvem sem entender os processos do cliente”, lembra o executivo. 
A intenção da empresa não é promover mudanças gigantescas nas estruturas de seus clientes, mas iniciar aos poucos uma jornada de olho no futuro. De acordo com o executivo, essa abordagem tem sido bem-sucedida. Tanto que os resultados do primeiro trimestre do ano da companhia foram satisfatórios globalmente, garante. A empresa não abre números locais.
Saltini relata que, hoje, a CGI tem forte atuação no segmento de utilities e em razão da demanda aquecida, mesmo com todas as discussões de que algumas das companhias do setor são sondadas atualmente por chineses para uma possível compra, a organização está trazendo para o Brasil soluções já consagradas no mercado internacional.  “A matriz energética no Brasil deve mudar, com eólica e solar ganhando espaço. Temos soluções inovadoras na área que estão desembarcando por aqui.”
O executivo comenta que a pressão por redução de custos por parte das empresas de energia no Brasil tem aberto uma janela de oportunidades para a CGI. “Estamos desenvolvendo importantes projetos para melhoria dos sistemas de gestão de rede de organizações do setor. Há uma demanda por melhoria de qualidade e ao mesmo tempo otimização de custos”, comenta.
Ele assinala que as atenções da companhia estão voltadas para o futuro do setor, tanto que a CGI fez parceria com a Universidade de São Paulo (USP) para a criação de um laboratório focado na análise de soluções para o segmento de energia. Segundo Saltini, a CGI buscou se integrar com a academia e outras empresas do mercado para trabalhar na evolução de um ecossistema tecnológico para melhor gestão de redes elétricas.

Post Author: Akurat

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *